top of page

Igrejas de Aargau - Basel

sacerdote

Secretaria

email:

mclportug@kathaargau.ch

0768446491

email:

Manuel.lopes@kathaargau.ch

mcbasileia@gmail.com

Basel

Sissach

Zofingen

Baden

São-Tomé 1.jpg
S. Cirilo de Alexandria  2.webp

SAUDACAO
Caros portugueses, que habitais no Cantão de Aargau e Basel, saúdo-vos com amizade e disponibilidade no serviço a comunidade católica portuguesa, neste tempo de esperança e expectativa.    Quis Deus que depois de servir a Igreja de Jesus Cristo noutras paragens, mas sempre em comunidades de língua portuguesa, fosse enviado para o meio de vós.

Vindo do Canada, chego para servir a Igreja aqui nestas terras instalada, sobretudo nos lugares onde nos encontramos para celebrar: Baden, Basel, Sissach e Zofingen.

Neste ano de 2026 a 2027 O Papa Leão XIV instituiu um Ano Jubilar de São Francisco de Assis, celebrado de 10 de janeiro de 2026 a 10 de janeiro de 2027.                                

 

Este Ano Santo especial marca o oitavo centenário (800) do falecimento de São Francisco.                                                                                                                       

 

O jubileu extraordinário convida os fiéis a renovarem o seu compromisso com a paz, a pobreza e a conversão, oferecendo também a possibilidade de receber indulgências plenárias sob as habituais condições da Igreja.

Também neste  135º aniversário da “Rerum novarum”, o papa Leão XIV, na sua primeira encíclica, “Magnifica humanitas”, refletindo sobre a Doutrina Social da Igreja na era da inteligência artificial.

 

Apela para preservar “uma magnífica humanidade habitada por Deus”, promovendo a verdade, a dignidade do trabalho, a justiça social e a paz. Na era digital, é preciso desarmar a inteligência artificial e superar a teoria da “guerra justa”, relançando o diálogo e o multilateralismo.

Diz Sua Santidade o papa Leao XIV : “Magnífica Humanidade criada por Deus encontra-se hoje perante uma escolha decisiva: erguer uma nova torre de Babel ou construir a cidade onde Deus e a humanidade habitam juntos.                                            

 

Cada geração recebe em herança a tarefa de dar forma ao seu tempo: de fazer amadurecer a história como um lugar onde a dignidade de cada pessoa seja salvaguardada, a justiça promovida e a fraternidade possibilitada.                                       

 

Sobre cada época, porém, paira o risco de construir um mundo desumano e mais injusto.                                                                                                                                        

 

Ali onde a humanidade corre o perigo de perder a sua identidade, nós, cristãos, erguemos os olhos para o Deus feito carne, sabendo que «o mistério do homem só no mistério do Verbo encarnado se esclarece verdadeiramente».                                                                                                                   

 

Em Jesus Cristo, esta magnífica humanidade torna-se o Caminho, a Verdade e a Vida, abrindo a cada um de nós a via para crescermos até à plenitude”.

Assim irmanados e unidos na fé em Jesus Cristo, manter-nos-emos unidos através da oração e amizade, mas também através dos meios colocados a nossa disposição.  Assim convido-vos a visitar a nossa página da internet : missaocatolicaportuesaaargau.com

Com as bênçãos do Senhor Jesus Cristo    

P. Manuel Tavares

Santo do dia 03 de Julho 2026 - S. TOME , apostolo


Tomé é conhecido, entre os Apóstolos, especialmente pela sua incredulidade, que se desvaneceu na presença de Cristo ressuscitado. Ele proclamou a fé pascal da Igreja: «Meu Senhor e meu Deus». Sobre a sua vida nada se sabe ao certo, além dos pormenores contidos no Evangelho. Diz-se que pregou o Evangelho na Índia. Desde o século VI celebra-se no dia 3 de julho a memória da trasladação do seu corpo para Edessa.

Das Homilias de São Gregório Magno, papa,
sobre os Evangelhos     (Hom. 26, 7-9: PL 76, 1201-1202) (Sec. VI)

Meu Senhor e meu Deus

Tomé, um dos doze, chamado Dídimo, não estava com eles quando veio Jesus. Só este discípulo estava ausente; e, ao voltar e ouvir contar o que acontecera, negou-se a acreditar no que ouvia. Veio outra vez o Senhor e apresentou ao discípulo incrédulo o seu lado para que lhe pudesse tocar, mostrou-lhe as mãos e, mostrando-lhe também a cicatriz das suas chagas, curou a ferida daquela incredulidade. Que pensais, irmãos caríssimos, de tudo isto? Julgais porventura ter acontecido por acaso que aquele discípulo estivesse ausente naquela ocasião, que ao voltar ouvisse contar, que ao ouvir duvidasse, que ao duvidar tocasse e que ao tocar acreditasse?
Tudo isto não aconteceu por acaso, mas por disposição da providência divina. A bondade de Deus actuou de modo admirável, a fim de que aquele discípulo que duvidara, ao tocar as feridas do corpo do seu Mestre curasse as feridas da nossa incredulidade. Mais proveitosa foi para a nossa fé a incredulidade de Tomé do que a fé dos discípulos que não duvidaram; porque, enquanto ele é reconduzido à fé porque pôde tocar, a nossa alma põe de parte toda a dúvida e confirma-se na fé. Deste modo, o discípulo que duvidou e tocou, tornou-se testemunha da realidade da ressurreição. Tocou e exclamou: Meu Senhor e meu Deus. Disse-lhe Jesus: Porque me viste, Tomé, acreditaste. Ora, como o apóstolo Paulo diz: A fé é o fundamento dos bens que se esperam, a prova das realidades que não se vêem, torna-se claro que a fé é a prova da verdade daquelas coisas que não podemos ver. Pois aquilo que se vê já não é objecto de fé, mas de conhecimento directo. Então, se Tomé viu e tocou, porque é que lhe diz o Senhor: Porque me viste, acreditaste? É que ele viu uma coisa e acreditou noutra. A divindade não podia ser vista por um mortal. Ele viu a humanidade de Jesus e fez profissão de fé na sua divindade exclamando: Meu Senhor e meu Deus. Portanto, tendo visto acreditou, porque tendo à sua vista um homem verdadeiro, exclamou que era Deus, a quem não podia ver.
Muita alegria nos dá o que se segue: Felizes os que não viram e acreditaram. Por esta frase, não há dúvida que somos nós especialmente visados, pois não O vimos em sua carne, mas possuímo-l’O no nosso espírito. Somos nós visados, desde que as obras acompanhem a nossa fé. Na verdade só acredita verdadeiramente aquele que procede segundo a fé que professa. Pelo contrário, daqueles que têm fé apenas de palavras, diz São Paulo: Professam conhecer a Deus, mas negam-n’O por obras. A este respeito diz São Tiago: A fé sem obras é morta.

bottom of page